Raciocínio geográfico, escala e representação

o papel da construção de maquetes no ensino de Geografia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.21398082

Palavras-chave:

Aprendizagem espacial, Mediação didática, Modelagem tridimensional, Educação básica

Resumo

Este estudo analisa a construção de maquetes como estratégia didática para o desenvolvimento do raciocínio geográfico no ensino de Geografia, articulando aprendizagem, escala e representação espacial. As atividades foram desenvolvidas ao longo de um semestre letivo e envolveu aulas teóricas de Geologia e Geomorfologia, seguidas da elaboração e apresentação pública dos modelos físicos construídos, com a representação de formas de relevo, processos geológicos e diferentes escalas espaciais, com estudantes do Ensino Médio técnico. A pesquisa foi realizada com participação anônima e voluntária dos estudantes, com instrumentos de coleta aplicados após a experiência pedagógica. A análise dos dados combinou estatística descritiva e análise temática dos registros produzidos pelos estudantes. Os resultados indicam que a construção de maquetes favoreceu a visualização de relações espaciais, a compreensão da escala e a explicitação de processos geográficos, especialmente quando articulada à mediação docente e à argumentação explicativa durante as apresentações. Conclui-se que as maquetes, quando planejadas intencionalmente como parte do processo didático, podem atuar como dispositivos pedagógicos relevantes para o desenvolvimento do raciocínio geográfico no contexto escolar.

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Biografia do Autor

Thiago da Silva Melo, Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT

 Mestre em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (Uel-PR). Professor EBTT no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT/Sinop)

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Publicado

2026-07-16

Como Citar

Melo, T. da S. (2026). Raciocínio geográfico, escala e representação: o papel da construção de maquetes no ensino de Geografia. Rebena - Revista Brasileira De Ensino E Aprendizagem, 16, 434–448. https://doi.org/10.5281/zenodo.21398082