Nossa gente canta
processos de ensino e aprendizado da música vocal em comunidades de imigrantes ucranianos no Paraná, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.20247973Palavras-chave:
Ensino e aprendizagem, Música ucraniana, Educação informal, Educação musical, Educação e culturaResumo
O presente escrito versa acerca do estado atual de desenvolvimento de minha tese de doutoramento em Educação, pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná – UNICENTRO, onde dedico-me a discutir processos de ensino e aprendizagem da música vocal de comunidades de descendentes de imigrantes ucranianos no Paraná. Nestes grupos, a voz cantada é assumida como identidade cultural, havendo polifonias vocais de até seis vozes em celebrações cotidianas. No entanto, na maioria destes locais, não houve nenhum meio formal do ensino musical como conservatórios ou escolas de música. Faz-se necessário compreender, amiúde, quem canta, quem ensina, quem e como aprende, para que canta. Conhecer como a voz cantada se perpetua a mais de 130 anos nestas comunidades é perpassar fenômenos de ensino e aprendizagem que tange à educação e à questão da cultura. Observam-se os autores da cultura e música ucraniana: Guérios (2012), Princival (2018). Suart Hall (2006) para a compreensão de identidade cultural na pós-modernidade. Benedict (1983) a respeito do sentimento de comunidade imaginada. Bhabha (1998), e Claval (2007) para a cultura. Lipsitz (2012), para a relação música e cultura. A construção metodológica da pesquisa é sustentada pela etnomedologia em Araújo (2012).
Referências
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