Oliver, carne e percepção
uma fenomenologia da educação especial
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.19336666Palavras-chave:
Oliver Queen, Corpo, Fenomenologia da Percepção, Educação EspecialResumo
Este artigo científico propõe apresenta uma análise fenomenológica da Educação Especial, focada na experiência de um estudante com uma doença degenerativa grave. Para essa empreitada, utiliza-se o pensamento de Maurice Merleau-Ponty como campo teórico e metodológico, a fim de transitar na percepção de um corpo vivido, em seu mundo próprio, em uma perspectiva da ontologia da carne, a fim de compreender as vivências subjetivas do sujeito-aluno. Através de relatos de um jovem chamado Oliver Queen, o texto explora como ele ressignifica a vida e a morte por meio de metáforas entre heróis e vilões. A pesquisa destaca o Atendimento Pedagógico Domiciliar – APD como um espaço de escuta sensível, onde a comunicação transcende para outras formas de escuta sensível. Conclui-se que a educação deve acolher a singularidade corporal do sujeito-aluno, reconhecendo esse corpo como uma presença ativa que gera sentido e conhecimento, mesmo diante da inevitável finitude.
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