A transição da pré-escola para o 1º ano
reflexões e problematizações
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.21840127Palavras-chave:
Transição escolar, Pré-escola, Primeiro ano, NeurociênciaResumo
O presente artigo tem por finalidade analisar como a transição da pré-escola para o 1º ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental ocorre, tendo em vista, que esta transição de etapas representa um momento crucial no desenvolvimento das crianças. Faz-se necessário, desta forma, problematizar as práticas atuais e alcançar os(as) docentes e as famílias, para um processo mais leve e natural. Utilizou-se a metodologia de pesquisa bibliográfica, observando como o brincar mantém-se como elemento central e indispensável para e na aprendizagem. A compreensão das fases do desenvolvimento infantil, à luz dos avanços da neurociência, espreita o planejamento pedagógico do(a) professor(a), à medida que o provoca à práticas pedagógicas mais respeitosas ao ritmo e às necessidades das crianças. O professor, nessa direção, tem o papel de mediador ativo, ao mesmo tempo, que a família desempenha uma função imprescindível, pois garante além da segurança afetiva, a continuidade no processo de aprendizagem. Logo, as conclusões preveem a integração de práticas lúdicas, o conhecimento científico sobre o desenvolvimento infantil e parcerias sólidas com as famílias, configurando-se como estratégia indispensável para uma transição escolar bem-sucedida e significativa.
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