A estratégia da sala de aula invertida no ensino dos protozoários na 7.ª classe com recurso a um multimédia e um jogo digital

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.23019239

Palavras-chave:

Aula invertida, multimédia, jogo, protozoários

Resumo

O presente artigo apresenta uma estratégia metodológica fundamentada na Sala de Aula Invertida, com recurso a multimédia e a um jogo digital aplicado ao ensino da Biologia na 7.ª classe. O estudo teve como objectivo geral propor uma aula invertida para o ensino dos protozoários, utilizando um vídeo multimédia e um jogo digital do tipo quiz. Trata-se de uma investigação teórica, de natureza qualitativa, sustentada na revisão da literatura sobre protozoários, metodologias activas, tecnologias educacionais e gamificação. A análise teórica evidencia que a utilização de vídeos, animações e jogos educativos favorece a visualização de conteúdos abstractos, estimula a participação activa e a aprendizagem significativa dos alunos. Com base nesse enquadramento, a estratégia metodológica proposta encontra-se estruturada em três fases: pré-aula, destinada à preparação e exploração inicial dos conteúdos; aula, centrada na aplicação do multimédia e do jogo digital; e pós-aula, orientada para a consolidação e avaliação. Concluiu-se que a integração da Sala de Aula Invertida com recursos digitais multimédia e estratégias de gamificação no ensino dos protozoários constitui uma estratégia metodológica activa e eficaz, capaz de melhorar a compreensão dos conteúdos, aumentar o envolvimento dos alunos promover aprendizagens significativas, além de fortalecer o trabalho em grupo e a ludicidade.

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Biografia do Autor

Paulo Alexandrino Luanda Dambuca, Instituto Superior de Ciências da Educação do Sumbe

Docente do Instituto Superior de Ciências de Educação do Sumbe (ISCED-Sumbe), Licenciado em Ensino da Biologia. Actualmente, frequenta o Mestrado em Ensino da Biologia, dedicando os seus interesses académicos e científicos à didáctica das Ciências Biológicas, formação de professores, educação para a saúde e utilização de tecnologias digitais no ensino.

 

Hélder Sebastião Ilda Wafunga, Instituto Superior de Ciências de Educação de Benguela

Docente do Instituto Superior de Ciências de Educação de Benguela (ISCED-Benguela). É Doutor em Ciências Pedagógicas, pela Universidade de Granada, Espanha. A sua actividade científica concentra-se nas competências profissionais dos professores e didáctica da Biologia e supervisão pedagógica.

 

Manuel Teixeira, Instituto Superior de Ciências de Educação da Huíla

Docente do Instituto Superior de Ciências de Educação da Huíla (ISCED-Huíla). É Doutor em Ciências da Educação, na especialidade de Tecnologia Educativa, pela Universidade do Minho, Portugal. A sua actividade científica concentra-se principalmente nas áreas de integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no ensino, formação inicial e contínua de docentes em TIC, ensino a distância e Blended Learning, concepção de recursos educativos digitais e metodologias activas no ensino da Informática.

 

António Simba, Instituto Superior de Ciências da Educação de Cabinda

Docente do Instituto Superior de Ciências da Educação de Cabinda (ISCED-Cabinda). Actualmente, frequenta o Mestrado em Ensino da Biologia. A sua actividade académica está, portanto, relacionada com a formação de professores, Ciências da Educação, Educação para a Saúde e Ensino da Biologia, conjugando a actividade docente com interesses de investigação científica.

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Publicado

2026-09-28

Como Citar

Dambuca, P. A. L., Wafunga, H. S. I., Teixeira, M., & Simba, A. (2026). A estratégia da sala de aula invertida no ensino dos protozoários na 7.ª classe com recurso a um multimédia e um jogo digital. Rebena - Revista Brasileira De Ensino E Aprendizagem, 17, 536–550. https://doi.org/10.5281/zenodo.23019239